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  1. Today
  2. CoyoteReturn

    Voltando!

    Bem vindo de volta!
  3. Yesterday
  4. Coala

    Voltando!

    Bem vindo!
  5. Wca

    Voltando!

    Boaa ben vindo kkkk agora é o melhor momento para voce, sinx ta uma maquina de kill kkkkkkkk
  6. Deco

    [REUNIÃO] COPA WOE 5

    meu time é dinamite
  7. ADM Shadow

    [REUNIÃO] COPA WOE 5

    Saudações, lideranças do WorldRAG! Temos um anúncio importante para quem comanda uma guilda - e gostaríamos que chegasse aos ouvidos de todos antes que a correria do dia a dia engolisse o recado. A Copa WoE 5.0 está começando a sair do papel e a equipe quer ouvir os clãs para a elaboração do novo regulamento. _________________ 🔸 Construção Colaborativa do Regulamento Em vez de chegar com um regulamento fechado e pronto debaixo do braço, a proposta é: sentar com vocês - as lideranças que respiram o jogo todos os dias - e construir esse documento juntos, de forma participativa. Queremos ouvir sugestões, debater pontos sensíveis e chegar a um regulamento que reflita tanto a visão da equipe quanto as expectativas da comunidade. Uma competição bem regulamentada começa muito antes da largada, e acreditamos que o envolvimento das lideranças desde o início é o caminho certo para isso. Por isso, convidamos todas as lideranças para uma reunião colaborativa no Discord, onde iremos discutir, alinhar e definir os principais pontos que vão reger a Copa WoE 5.0. _________________ 📅 Datas Disponíveis Temos duas janelas abertas para a realização da reunião. Escolham com base na disponibilidade da sua liderança: Opção 01 - Quarta-feira, 22/04 Opção 02 - Quinta-feira, 23/04 _________________ 🕐 Horários Disponíveis Opção 01 - 20h00 Opção 02 - 21h00 _________________ 📍 Local A reunião acontecerá pelo Discord do WorldRAG, em canal a ser confirmado assim que definirmos a data e o horário com maior adesão. _________________ ⚠️ Importante - Leia com atenção Queremos garantir a participação do maior número possível de lideranças, pois quanto mais vozes tivermos na mesa, mais representativo e equilibrado será o regulamento que construiremos. Para isso, pedimos atenção a alguns pontos: Informe sua disponibilidade de data e horário diretamente para os ADMs via mensagem privada - isso vai nos ajudar a definir o melhor momento para todo mundo. Cada guilda poderá enviar até 3 representantes para participar da reunião. Se você não puder comparecer pessoalmente, indique alguém da sua confiança para representar a guilda - a sua voz precisa estar lá. _________________ A Copa WoE é um dos eventos mais aguardados da nossa comunidade. Fazer esse processo com a participação de quem joga é uma forma de respeitar essa tradição e tornar a competição cada vez melhor. Esperamos contar com a presença de todos. Nos vemos no Discord! Atenciosamente, WorldRAG.
  8. ~ Lass

    Voltando!

    Bem vindo meu eterno frag Eterno sub sinx
  9. Wca

    [Recompensa] Evento Batalha Campal 2026

    Boa, time! Obrigado pela confiança de todos nesse desafio vencemos com folga e o mérito é total da execução impecável da nossa estratégia, cada um desempenhou seu papel com maestria! Parabéns a todos. Como eu falei apra cada um vocês têm um potencial incrível que só precisa ser lapidado. Estamos prontos para o próximo nível. Que venha o MWR!
  10. Coala

    [Recompensa] Evento Batalha Campal 2026

    Parabéns ao clã vencedor!
  11. Saudações, WorldRAG! Estamos de volta para trazer uma novidade muito aguardada por todos que participaram do nosso mais recente evento competitivo. Confira abaixo os resultados e as recompensas da Batalha Campal 2026: _________________ 🏆 Resultados - Batalha Campal 2026 O evento Batalha Campal 2026 chegou ao fim no último dia 15/03, e que edição marcante foi essa! Durante o período de competição, guildas e jogadores se empenharam ao máximo em batalhas intensas, disputando cada ponto do placar geral com garra e dedicação. Após uma jornada repleta de confrontos e reviravoltas, a guilda Terceira Via se sagrou campeã, conquistando o 1º lugar no placar de guildas e superando todos os seus adversários com grande mérito. Parabenizamos a cada um dos membros que fez parte dessa conquista - vocês deram um show e fizeram por merecer! _________________ 🎁 Recompensas Como reconhecimento pela vitória, todos os integrantes da guilda campeã que participaram do evento receberão o seguinte item exclusivo: [Visual] Aura da Terceira Via - 1 unidade por jogador elegível Este visual foi desenvolvido especialmente para celebrar a vitória da Terceira Via nesta edição, sendo um item verdadeiramente único no servidor. Guarde com orgulho - ele conta uma história e é a marca do esforço de vocês. A distribuição será realizada diretamente nas contas dos jogadores contemplados. _________________ Gostaríamos de agradecer a todos que participaram da Batalha Campal 2026, sejam os competidores que lutaram por cada ponto ou aqueles que torceram das arquibancadas. Eventos como esse ganham vida graças ao engajamento e ao espírito competitivo que vocês trazem a cada edição. Esperamos contar com a presença de todos nos próximos eventos que estão por vir. Fiquem de olho nos nossos canais de comunicação para não perder nenhuma novidade! Até a próxima, WorldRAG
  12. GM Muzan

    Voltando!

    bem vindo de volta um otimo jogo pra vc
  13. DEV Wolf

    Voltando!

    Seja bem-vindo de volta @Sting.
  14. Last week
  15. Renion

    Voltando!

    bem vindo novamente ❤️
  16. ADM Shadow

    Voltando!

    Seja bem-vindo de volta @Sting.
  17. Sting.

    Voltando!

    Fala, rapazeada. To voltando a jogar. Sei que nao eh o melhor momento do servidor mas, sinceramente, gostei muito do que vi (novos itens, classes mais balanceadas, conteudo novo...). Um pouco mais de tempo disponivel que no passado, entao vamo que vamo. Espero ver voces. Tamo junto e parabens a staff pelo trabalho. Sendo sincero, o servidor parece ter recebido muita atencao nesses ultimos anos.
  18. Emanoel

    [09/04/2026] Ajustes no Cliente do Jogo

    Bora!
  19. GM Muzan

    Vencedores dos eventos do mes de março

    vou ver oq houve
  20. ~ Lass

    Vencedores dos eventos do mes de março

    Agora uma observação, poderiam arrumar o visual Fala que é baixo mas está equipando no meio.
  21. GM Muzan

    Vencedores dos eventos do mes de março

    os premios ja foram entregues
  22. Emanoel

    Vencedores dos eventos do mes de março

    Boa, qual eu ganhei?
  23. Earlier
  24. GM Muzan

    Vencedores dos eventos do mes de março

    vc venceu o evento seu melhor momento WorldRag!
  25. ~ Lass

    [09/04/2026] Ajustes no Cliente do Jogo

    Bom! Meus cabelinhos voltaram Mas a letra ficou pequena para leitura ein Shadow (Ou eu que to precisando de oculos msm)
  26. ~ Lass

    Vencedores dos eventos do mes de março

    Boa! Mas qual evento foi ganho? Poderiam citar no topico ou deixar aqui listado Outro ponto, previsão para premiação chegar?
  27. Narrativa riquíssima! Baita escritora!
  28. A CIDADE SEM NOME A cidade não tinha nome, e não era por descuido. A placa na entrada ainda resistia ao tempo, torta e marcada pelo sol, mas as letras haviam sido arrancadas com violência, como se alguém tivesse passado horas raspando a madeira até que não restasse nada além de sulcos profundos e farpas expostas. Não era esquecimento — era intenção. Ali, o nome não podia existir. Cami Quinn observou aquilo por um instante antes de seguir. Havia algo errado, mas não era algo que se explicava de imediato. Era uma sensação que se instalava devagar, como poeira entrando nos pulmões. O tipo de coisa que o corpo entende antes da mente. O vento passava pela estrada, levantando partículas secas do chão, mas não produzia som algum. Nem o assobio comum entre construções, nem o roçar contra a madeira. Era como se o ar tivesse sido esvaziado de qualquer direito de existir. Ela entrou mesmo assim. A rua principal se estendia à frente, larga o suficiente para carroças que já não estavam ali. As casas permaneciam de pé, alinhadas como sempre foram, mas havia algo interrompido em cada uma delas. Portas fechadas com força demais. Janelas cobertas além do necessário. Objetos esquecidos do lado de fora — uma cadeira tombada, um pano preso em um prego, uma garrafa vazia — como se alguém tivesse parado no meio de um gesto e nunca mais tivesse voltado para terminá-lo. Nada indicava abandono completo. Pelo contrário. Aquilo ainda era habitado. Só não era vivido. Cami caminhou devagar, não por cautela, mas por leitura. O chão sob suas botas absorvia cada passo sem devolver eco algum, e isso confirmava o que ela já suspeitava: aquele silêncio não era natural. Não era resultado de distância, nem de vazio. Era imposto. Mantido. Sustentado por algo que ainda estava ali. Ela sentiu os olhares antes de vê-los. Havia movimento atrás das janelas. Sombras que se retraíam rápido demais. Pequenas frestas que se fechavam no momento exato em que ela passava. Pessoas estavam observando — muitas — mas nenhuma ousava se revelar por completo. Era um comportamento aprendido, repetido, reforçado até se tornar instinto. Aquilo não era medo comum. Era disciplina pelo terror. No centro da rua, algo chamou sua atenção. Manchas escuras marcavam a terra seca, espalhadas de forma irregular, antigas o suficiente para já não carregarem cor, apenas presença. Cami se aproximou e se agachou, tocando o solo com a ponta dos dedos. O sangue havia sido absorvido pelo chão há muito tempo, mas não completamente. Restavam fragmentos misturados à poeira — pequenos, rígidos, irregulares. Carne. Ela permaneceu ali por alguns segundos, não em choque, mas organizando as peças. Aquilo não era resultado de confronto. Não havia sinais de luta, nem desordem ao redor. Era limpo demais. Repetido demais. Era método. Quando se levantou, sua expressão não havia mudado, mas algo dentro dela já havia se ajustado. Cami reconhecia aquele padrão. Já tinha visto homens transformarem cidades inteiras em instrumentos de controle. Sempre começava com uma regra simples. Depois vinha a punição. E então, o silêncio. Um leve movimento à esquerda quebrou a estagnação. Ela virou o rosto e encontrou um homem atrás de uma janela parcialmente aberta. Ele não parecia velho, mas o corpo dizia o contrário. Magro, curvado, como se estivesse sendo comprimido por algo invisível. Os olhos estavam arregalados, fixos nela com uma mistura de desespero e incredulidade. Por um momento, nenhum dos dois se moveu. Então ele fez algo que confirmou tudo. Levou a mão à boca. Os dedos tremiam enquanto ele tentava separar os lábios. O esforço era desproporcional, como se aquele gesto simples exigisse coragem demais. Quando conseguiu, revelou o interior vazio — não apenas escuro, mas mutilado. A língua não estava ali. No lugar, havia cicatrizes grossas, mal fechadas, antigas o suficiente para indicar que aquilo não era exceção. Era regra. O homem tentou emitir algum som. Um sopro falho escapou, quebrado antes de se formar. O desespero tomou conta de seu rosto por um instante, mas logo foi substituído por algo ainda mais forte: medo de estar sendo visto tentando. Ele recuou rapidamente, desaparecendo na escuridão da casa. A janela se fechou com cuidado excessivo, como se até o menor ruído pudesse condená-lo. Cami permaneceu parada no meio da rua por alguns segundos, absorvendo o que havia acabado de ver. Não havia dúvida agora. Aquela cidade não estava em silêncio porque queria. Estava em silêncio porque alguém havia decidido que deveria ser assim — e garantido isso da forma mais brutal possível. Ela ergueu o olhar. No fim da rua, destacando-se do resto, havia um prédio maior, mais sólido, menos afetado pelo desgaste. Enquanto tudo ao redor carregava sinais de uso interrompido e abandono contido, aquele lugar permanecia inteiro. Preservado. As portas estavam abertas, revelando apenas escuridão. Era ali. Cami não precisava de confirmação. Cidades assim sempre giravam em torno de um único ponto. E naquele ponto, invariavelmente, havia alguém que acreditava ser dono de tudo. Ela caminhou até lá sem pressa. O interior era mais frio. O silêncio, mais pesado. O salão principal se abria amplo e vazio, exceto por uma cadeira posicionada no centro, como se todo o espaço existisse apenas para ela. E nela, um homem. Ele não demonstrou surpresa ao vê-la. Não se levantou, não reagiu, não fez menção de defesa. Apenas observou, como quem já esperava por aquilo em algum nível. Havia uma calma controlada em sua postura, um tipo de autoridade que não precisava ser anunciada. Cami parou a alguns metros de distância. O espaço entre os dois parecia carregado demais para qualquer movimento desnecessário. Foi o homem quem quebrou o silêncio — não com palavras, mas com um gesto. Ele bateu as mãos uma única vez, o som seco preenchendo o salão de forma quase agressiva depois de tanto vazio. Dois homens surgiram das laterais, arrastando um terceiro. Jovem, desesperado, lutando sem qualquer chance real. Eles o forçaram de joelhos no chão, mantendo-o imóvel enquanto ele tentava gritar, implorar, reagir de alguma forma. Mas não havia voz. Só movimento. O homem da cadeira se levantou com calma, aproximando-se do jovem com passos medidos. Quando falou, sua voz era baixa, controlada, como se fosse a única coisa naquele lugar que ainda tinha permissão para existir. Ele explicou pouco. Não precisava. Falou de ordem, de silêncio, de como o som corrompia, de como o medo ensinava mais rápido do que qualquer lei. Cada palavra carregava a convicção de quem já havia feito aquilo muitas vezes — e nunca havia sido interrompido. A lâmina apareceu em sua mão quase como uma extensão natural do discurso. Cami observou até o último segundo. Quando ele ergueu a faca, pronta para descer, ela falou. Uma única palavra. Curta. Suficiente. O impacto foi imediato. Não pelo volume, mas pelo fato de existir. Aquela quebra simples rasgou a estrutura inteira que sustentava o lugar. O homem parou. Virou o rosto lentamente, avaliando-a de verdade pela primeira vez. E então ela sacou. O tiro foi seco, direto, definitivo. Não houve troca, não houve aviso, não houve discurso final. O corpo do homem cedeu antes mesmo de atingir o chão, como se a própria cidade tivesse perdido o eixo no instante do impacto. O silêncio que veio depois não era o mesmo. Ele estava vazio. Sem dono. Os outros homens não reagiram. Não sabiam como. O controle havia sido removido de forma tão abrupta que restou apenas a inércia. Foi então que o primeiro som surgiu. Fraco. Incerto. Um choro. Depois outro. E mais um. Do lado de fora, portas começaram a se abrir. Pessoas surgiam, hesitantes, como se estivessem atravessando uma fronteira invisível. Alguns tentavam falar e falhavam, outros apenas respiravam mais alto, como se redescobrissem algo esquecido há muito tempo. O silêncio não desapareceu de uma vez. Ele quebrou. Em pedaços. Cami guardou a arma e saiu sem olhar para trás. Nunca foi de assistir o que vinha depois. Seu trabalho terminava no momento em que o peso mudava de lado. Ao passar pela placa na saída, ela parou. Observou a madeira marcada por alguns segundos. Então puxou a faca. Os cortes foram firmes, precisos, atravessando a superfície com a mesma decisão com que havia entrado na cidade. Quando terminou, não admirou o resultado. Apenas seguiu caminho. Atrás dela, na madeira ainda fresca, uma única palavra agora existia onde antes não havia nada. Uma palavra simples. Mas suficiente. Porque, naquela cidade, depois de tanto tempo o silêncio já não mandava mais.
  29. lz.

    [09/04/2026] Ajustes no Cliente do Jogo

    Meu herói.
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